Tempo, tempo, tempo, tempo...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A sutil diferença entre os pronomes TU e VOCÊ


Ri muito quando recebi o e-mail com a seguinte narrativa (reescrita por mim, claro):
O diretor geral de um banco, preocupado com um dos membros de sua equipe que, após longos anos de trabalho sem pausa sequer para o almoço, passara a ausentar-se frequentemente durante o meio dia, resolve contratar um detetive para investigar o motivo de referida mudança de comportamento (estaria o gerente sendo desleal?!)...
Realizada a investigação, o detetive descreve a trajetória do investigado:
- O sr. Lopes sai normalmente ao meio dia, pega seu carro, vai a sua casa almoçar, faz amor com sua mulher, fuma um dos seus excelentes charutos cubanos e retorna ao trabalho.
Aliviado com a descrição, o diretor fala suspirando:
- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso.
O detetive, percebendo não fazer-se compreendido, coça a cabeça e diz:
- Desculpe-me, senhor, mas posso tratá-lo por "tu"?
- Sim, claro!
- Bom, então permita-me repetir tudo o que lhe relatei:
- O sr. Lopes sai normalmente ao meio dia, pega teu carro, vai a tua casa almoçar, faz amor com tua mulher, fuma um dos teus excelentes charutos cubanos e retorna ao trabalho.
(Imaginem só a cara do sr. diretor, hein? Agora não há espaço para dualidades!!! Huashua!

Um comentário:

Andre Mansim disse...

Haahhahahahhahahahhahahaha coitado!