Atalanta foi uma heroína cuja coragem e capacidade como caçadora e corredora eram iguais às de qualquer homem. Foi abandonada no topo de uma montanha, logo depois do seu nascimento. Encontrada e alimentada por uma ursa, tornou-se uma bela mulher. Um caçador chamado Meléagro tornou-se seu amante e companheiro, e eles ficaram bem famosos por sua participação na caça ao Javali de Cálidon. Meléagro morreu nos braços dela logo depois disso.
Muitos pretendentes se apresentaram para pedir sua mão em casamento, mas ela tratou a todos eles com desdém. Quando surgiu um clamor para que ela escolhesse em entre eles, disse que se casaria com o homem que a vencesse numa corrida a pé. Se ele ganhasse, ela se casaria com ele. Se ele perdesse, ela o mataria. Corrida após corrida, a vitória sempre fora de Atalanta. Até que Hipômenes resolveu participar da corrida, embora não tivesse o menor talento atlético. Antes da competição, ele orou a Afrodite, deusa do amor, pedindo proteção. Ela lhe deu três maçãs que deveriam ser atiradas para Atalanta todas as vezes que ela estivesse na frente. Com esse artifício, Hipômenes ganhou a corrida e casou-se com Atalanta.
(BOLEN, jean Shinoda - Viva Português 1)
Tempo, tempo, tempo, tempo...
Mostrando postagens com marcador Mitologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mitologia. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Apolo e Dafne
Apolo e Dafne é uma escultura de Gian Lorenzo Bernini, escultor barroco (Itália).
Conta a lenda, que Apolo, o mais belo deus do Olimpo, irrita o Cupido com sua arrogância. Por conta disso, o Cupido lança duas flechas: uma de amor em Apolo e outra de chumbo em Dafne, filha do rio-deus, Peneu, que afastava o amor.
Apaixonado, Apolo inicia o assédio sobre Dafne que, recusando todos os pretendentes, não deixou de recusar o belo deus.
Apolo então começou uma perseguição a Dafne, que corria desesperada pela floresta tentando evitá-lo.
Próximo de seu objetivo, Dafne suplica ao pai que parasse com o seu sofrimento. Peneu vendo que Apolo já tocava os cabelos da filha, a enfeitiça. Dafne sente seu corpo adormecer, sua pele se transformar em casca, os cabelos em folhas, os braços enrijecerem e virarem galhos e os pés fincarem-se no chão, virando raízes.
Transtornado, Apolo se agarra à árvore que fora seu grande amor e chora, dizendo que os ramos do loureiro sempre o acompanharão em sua coroa verde e vistosa, participando de seus triunfos eternamente. Dessa maneira, os ramos de loureiro ficaram associados a Apolo (nos Jogos olímpicos ele constitui parte do prêmio).
Assinar:
Postagens (Atom)